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SOBRE
Mariana Trotta
Bailarina, Coreógrafa e Videomaker. Profa. Associada do Departamento de Arte Corporal /UFRJ e do Programa de Pós-Graduação em Dança da UFRJ (PPGDan). Atua nas áreas de pesquisa Performances e Performatividades, Videodança e Feminismos.Coordenadora do Laboratório de Linguagens do Corpo /UFRJ. Coordenadora do Projeto de Extensão e do Pós-Doutorado: "Eu canto em Mi e eles em Lá: criação e exibição do documentário das performances de gênero nas rodas de samba femininas no Rio de Janeiro. Doutora em Letras (UFF), mestre em Semiótica (USP). Autora do livro “O discurso da Dança: uma perspectiva semiótica” (Editora CRV). Atuou como bailarina no Ballet Nacional de Cuba.
Diretora artística dos espetáculos: “Às sombras do Rio (2011/2012), “Suíte O Feminino na Dança” (2012), “Gesto feminino?”(2014), "Desvestir" (2014), "Na Espera" (2016), "Ensaios sobre o corpo exposto" (2018), "Matriz" (2019), "Carne de Pescoço" (2019) e “Boca Suja” (2023).
Diretora das videodanças: “Sonocorpia” (2010), "Nos arredores da Gamboa" (2012). "O que trago no peito" (2012), 'O medo de amar" (2012), "Fino Perfume" (2012), “Andança” (2013), "Na altura dos meus olhos" (2015), "Ponto em Movimento/corpo instalação" (2015), "Descargas" (2015), "Pupilas" (2015), “Na espera de um novo amor” (2016),“Excorpos” (2017), "Ventila-me" (2018), “CACOSfonia” (2020), “Zonas Abissais” (2021) é “Permitido Interagir” (2021).
Artista convidada do Festival "Auteurs de Troubles" em Lyon/França (2012 e 2014).
Artista homenageada na exposição "Rio Dança: os passos da dança carioca".